Quando os olhos se encontram
Nuvens se dissipam
Faz-se azul
Do céu ao mar
Tudo é sentimento
As línguas tragam muitos verbos
Arrancam gargalhadas rasgadas
Suores, vapores da paixão
Beijos, provas reais do encanto
O silêncio invadido pulsa, pulsa, pulsa,
Amor
Quanta vida esculpida naquela carne!
Travesseiro agora repousa seu cheiro
Todo desejo escapando pelos poros
Fluindo fazendo história.
Imaginação assaltando o real
O tempo parou
No espaço apenas dois corações
Nessa dança lenta, volúpia escoa
Passos marcados pela saudade
Agora toda vontade é
Prazer...
Marta Vaz
Pensamentos, reflexões e versos que expressam o que é mais velado, desnivelado em mim.
quinta-feira, 26 de janeiro de 2017
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