Pensamentos, reflexões e versos que expressam o que é mais velado, desnivelado em mim.
sábado, 26 de novembro de 2011
Exposição
Cheiro invade a sala
Percorre cada canto
Derrama lembranças
Espalhando-as pelo chão.
Ouço um tom
Mudo de cor
Sinto a face rubra
E o corpo nu.
Por um instante a eternidade
Um portal se abre
Mas o véu continua lá...
Quando será?
Névoa que atordoa,
Sonho em construção.
Mão,
Toda impressão modesta
Muito do que resta
Dessa exposição.
Marta Vaz
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Que lindo! Vc é poeta! Dá uma olhada no meu blog: simonemosaico.blogspot.com
ResponderExcluirbjs e saudades