quarta-feira, 24 de outubro de 2012

Transitoriedade




Tão tênues e frágeis somos!
Belezas tristes que refutam esperanças.
Estrelas que se apagam a cada manhã,
Buscando novas oportunidades.
Emoções envolvidas em lembranças,
Distâncias que anseiam.
Viajantes de um tempo loquaz,
Em vozes mudas que clamam amor.
Ardentes em desejos intensos.
Soberanas na arte do encontro,
Singulares no amar.

Marta Vaz

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