E o tempo urge, tudo tão depressa!
Você na sua pressa
Uma forma de adeus peculiar?
Estou no meu silêncio,
Cansei de esperar pelo sonho
Não durmo, nem sonho mais.
Vivo os dias, soltando amarras.
Agora chegou a minha hora
Estou voltando, retornando à casa.
Não, o filme não acabou!
Mas a roupa não me cabe mais,
É outra...
Minha vida, louca.
Meus desejos, nada fáceis de compreender.
Misto de solidão e companhia
Não verterei mais lágrima alguma.
A tempestade se foi
Agora aurora e calmaria
Brisa que acaricia, voz suave do amar.
Liberta e pronta pra dançar.
Essa minha obra não será a última.
Uma nova vida se descortina
Já sinto o seu perfume
Sua calma, paz serena.
Estaremos sempre juntas
O Amor é a razão
É Luz na escuridão
Sinta, Amor
E tudo estará aceso.
Marta Vaz
Pensamentos, reflexões e versos que expressam o que é mais velado, desnivelado em mim.
terça-feira, 24 de março de 2015
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