Pensamentos, reflexões e versos que expressam o que é mais velado, desnivelado em mim.
sábado, 18 de abril de 2020
Anima
Gosto de me ler,
Escrever sem muitas explicações.
Inspira-me as canções, as emoções.
Gosto de ouvir sentimentos
Quase posso tocá-los
Imagina-los em minha pele.
Despir a persona dos desvarios desejos
Viver intensamente o tão sonhado.
Alimentar a anima com tudo que é leve, bom.
Findar as angustias com um beijo.
E ser o que tanto desejas.
Marta Vaz
Fotografia de Michael David Adams.
terça-feira, 6 de agosto de 2019
Inspiração
Tantos versos,
Tanto Amor derramado no papel!
E a solidão ainda pulsa,
retalhando esse sentimento
Fragmentando o pensamento
Retrocedendo o id à memórias
que insistem em não calar nossa história.
Uma música suave toca o desejo
Inspiração para o que parecia esquecido
Mas a vida pulsa no corpo
Esquenta a alma fazendo um verão
Suando e transbordando a lealdade.
Tudo parecia tão perdido!
Tão distante!
Mas o encanto não morre nunca!
No agora a fala é breve mas contínua.
Os corpos esculpidos pelo tempo
confirmam as marcas desse viver.
A espera sempre vale a pena
Quando agregamos nesse crescimento.
Aquele intento ou lamento
hoje é passado.
O que insiste é o que realmente importa
Dentro de mim ou de você
o que pulsa vai e deve acontecer.
Marta Vaz
Tanto Amor derramado no papel!
E a solidão ainda pulsa,
retalhando esse sentimento
Fragmentando o pensamento
Retrocedendo o id à memórias
que insistem em não calar nossa história.
Uma música suave toca o desejo
Inspiração para o que parecia esquecido
Mas a vida pulsa no corpo
Esquenta a alma fazendo um verão
Suando e transbordando a lealdade.
Tudo parecia tão perdido!
Tão distante!
Mas o encanto não morre nunca!
No agora a fala é breve mas contínua.
Os corpos esculpidos pelo tempo
confirmam as marcas desse viver.
A espera sempre vale a pena
Quando agregamos nesse crescimento.
Aquele intento ou lamento
hoje é passado.
O que insiste é o que realmente importa
Dentro de mim ou de você
o que pulsa vai e deve acontecer.
Marta Vaz
quarta-feira, 22 de fevereiro de 2017
Confluência
Se entreolhar e sentir a distância se agigantar
Perceber um abismo em nossos pés
Todo sonho escorrendo sem parar
como a areia de uma cruel ampulheta
Indo pra não mais voltar.
Tanta dor em farpas trocadas!
Tapas que o tempo não para de dar
Ofertamos a outra face, passivamente?!
A natureza não é pacífica
Não chegamos aqui apenas para morrer
Preciso viver, precisamos crer!
Nego que viemos para o sofrer.
Dos meus poros flui paixão
Desejos que assaltam o peito
Já foi escolhido esse viver,
Um acordo mútuo onde não cabem trapaças.
A pele sente o vento da indiferença
Mas o clima é quente, ferve
Uma ebulição de tudo que pode dar certo.
Rasguei o passado assim como a alma de tantas vindas
Mil faces de mulher vivida que sabe ser homem também.
Estamos além do que dizem ser o certo,
Somos acúmulo de erros, dos mais bem vividos.
Sem amarras, sem algemas
Que a cura flua como pura fantasia para voar
Flutuar além dos problemas
Para que sintamos mais vida
Numa conjunção que seja apenas amar.
Marta Vaz
quinta-feira, 26 de janeiro de 2017
Prazer!
Quando os olhos se encontram
Nuvens se dissipam
Faz-se azul
Do céu ao mar
Tudo é sentimento
As línguas tragam muitos verbos
Arrancam gargalhadas rasgadas
Suores, vapores da paixão
Beijos, provas reais do encanto
O silêncio invadido pulsa, pulsa, pulsa,
Amor
Quanta vida esculpida naquela carne!
Travesseiro agora repousa seu cheiro
Todo desejo escapando pelos poros
Fluindo fazendo história.
Imaginação assaltando o real
O tempo parou
No espaço apenas dois corações
Nessa dança lenta, volúpia escoa
Passos marcados pela saudade
Agora toda vontade é
Prazer...
Marta Vaz
Nuvens se dissipam
Faz-se azul
Do céu ao mar
Tudo é sentimento
As línguas tragam muitos verbos
Arrancam gargalhadas rasgadas
Suores, vapores da paixão
Beijos, provas reais do encanto
O silêncio invadido pulsa, pulsa, pulsa,
Amor
Quanta vida esculpida naquela carne!
Travesseiro agora repousa seu cheiro
Todo desejo escapando pelos poros
Fluindo fazendo história.
Imaginação assaltando o real
O tempo parou
No espaço apenas dois corações
Nessa dança lenta, volúpia escoa
Passos marcados pela saudade
Agora toda vontade é
Prazer...
Marta Vaz
terça-feira, 11 de agosto de 2015
Sempre Recomeços
Músicas, livros, em todo lugar...
Muitas perguntas, poucos gestos.
Certas ou erradas?
Respostas desencontradas
Mas em nós pertinentes.
Incoerentes ou inocentes,
São nossas
Ora em mim outra em você.
Flores não crescem em lápides
Não precisamos de heróis mortos
E sim do desejo ardente, vivo
Já existente em nós.
Aquele que move
Comove montanhas
Nas entranhas, nos poros escapa como Arte.
Ser eu ou você
Do anonimato ao estrelato
Simples ou complexo
Não paciência apenas.
Também ser a pressa
Ciumes quando distância
Beijos e cumplicidade
O sonhado...
Também a coragem de um mergulho
Sem certezas...
E que as incertezas nos invadam
Nos tragam
Nos levem ao finalmente
E que no final sejamos recomeços.
Marta Vaz
quarta-feira, 5 de agosto de 2015
Cúmplices do desejo
Marcas arranham o tempo
Farpas escapam do pensamento
Cores pálidas em peles nuas.
Mesclam com a solidão.
O amor sangra, escorre por entre os dedos
Ensejo, medo, tantas possibilidades veladas.
Reveladas só nas fotografias
E no toque do pincel a tela fria.
Mistura de sentimentos
em tons vibrantes.
Pulsa a vida,
Toca em uma canção.
Quando chega a noite
Sonhos são espalhados pelo chão
E um céu sorri daquela boca.
A lua brinda a ela com um beijo
Tudo é leve,
A falta é breve
A luz invade a sala em sorrisos fluidos.
Refletem toda falta pelo olhar
O calor inflama os corpos e o sofá.
Estão vivos novamente.
Matam o segredo
Arredam as dúvidas
Explicitam perversões
Agora,
Reféns e cúmplices do desejo.
Marta Vaz
Farpas escapam do pensamento
Cores pálidas em peles nuas.
Mesclam com a solidão.
O amor sangra, escorre por entre os dedos
Ensejo, medo, tantas possibilidades veladas.
Reveladas só nas fotografias
E no toque do pincel a tela fria.
Mistura de sentimentos
em tons vibrantes.
Pulsa a vida,
Toca em uma canção.
Quando chega a noite
Sonhos são espalhados pelo chão
E um céu sorri daquela boca.
A lua brinda a ela com um beijo
Tudo é leve,
A falta é breve
A luz invade a sala em sorrisos fluidos.
Refletem toda falta pelo olhar
O calor inflama os corpos e o sofá.
Estão vivos novamente.
Matam o segredo
Arredam as dúvidas
Explicitam perversões
Agora,
Reféns e cúmplices do desejo.
Marta Vaz
sexta-feira, 22 de maio de 2015
A Fama
Todo mundo ama a fama
A fama de quem faz um mundo
O mundo que ergue um muro
O muro onde a maioria anda.
O mundo que gira
Atirando lama
Na cara de quem deita
mesmo sem fama
Na conversa de quem ama
só pra cama.
Desamam aquele que tem fama e o negam.
Desfazem da beleza
de quem apanhou da fama
De quem toca o mundo
De onde vem a grana.
E que mesmo do muro
Supera barreiras
E ama.
Marta Vaz
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