Pensamentos, reflexões e versos que expressam o que é mais velado, desnivelado em mim.
quinta-feira, 17 de setembro de 2009
Culto ao artista morto.
Ela vela e revela muito.
Cálida, plácida e mansa,
O que de mais belo restou.
Ela não me agride,
Não transgride meus limites.
Permaneceu por décadas
ou talvez séculos,
Silenciosamente majestosa.
A arte dos mortos é muito mais viva;
Ela é eterna...
Cultivá-la é estar morta como ela?
Não! Definitivamente, não.
É não deixar que a morte vença;
É fazer a vida mais bela.
Não é atoa que heróis, santos e maiores ídolos
estão mortos.
Só é perfeito aos olhos alheios o que não existe mais,
Ou o que restou para lembrar algo que já morreu.
Marta Vaz
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